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Antes de tudo, cliquem aqui: http://catarse.me/pt/oanjodolar
Guardem a ideia do filme que, sem dúvida, merece todo apoio.
Mas concentrem-se muito mais no tema do filme, que luta contra a ideia absurda em que se determina o destino de uma mulher de forma muito padronizada e “quadrada”, seja qual padrão for.
As perguntas que não querem calar:
  1. Uma mulher só alcança a felicidade quando chega a ser uma típica dona de casa?
  2. Uma mulher só alcança a felicidade quando chega ao ápice de sua profissão?
Minha resposta urgente: A mulher alcança a felicidade em todos os momentos em que ela se sente liberta para tomar qualquer tipo de decisão.
Uma discussão: A questão não está no fato de uma mulher escolher ser uma dona de casa ou ser uma intelectual. A questão está no sentimento de liberdade que ela sente ou não ao fazer sua escolha. É muito diferente! Quando falo em sentimento de liberdade, falo no sentido de que a mulher, ao tomar sua decisão, não estará fazendo-a preocupada com quaisquer padrões arraigados, padrões que a sociedade exige ou espera, ela estará fazendo sua escolha simplesmente porque a quer e assim se sentirá bem. Sentiu a diferença? E nunca, jamais, nos esqueçamos da teoria da relatividade! Muitas mulheres são felizes sendo donas de casa, mas também muitas outras são infelizes. Muitas mulheres são felizes sendo profissionais de sucesso, mas também muitas outras não são. E daí se uma mulher não sabe pregar um botão? Ela sabe discutir sobre teorias da Economia da Cultura! E daí se uma mulher não conhece as leis químicas? Ela conhece a química exata para fazer um pudim sem igual! Habilidades são para serem complementadas…
Conclusão prévia: O erro está em querer enquadrar as mulheres em um tipo só de felicidade ou destino, como se todas fossem iguais, e não são. E é por não serem iguais, que não precisam se curvar diante de padrões sociais ou midiáticos, mas sim, sentir-se liberta nas suas escolhas. No entanto, muito bem sabemos que, toda escolha tem suas consequências e, seja qual for, pressões serão lançadas do mesmo jeito… Se a mulher escolhe ser dona de casa, a sociedade lança a chibata pelo comodismo. Se a mulher escolhe ser uma profissional de sucesso, a sociedade lança a chibata pela independência exagerada. E se a mulher escolhe fazer as duas coisas, a sociedade lança a chibata por ela não conseguir se doar 100% em cada uma das missões.
Conclusão final: Ou seja, se formos perder tempo com a opinião padrão dos outros, felicidade original é o que nunca mulher alguma encontrará…

 

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