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E EU ACABO DE TERMINAR A LEITURA DE UMA OBRA LINDA: “O AMOR NOS TEMPOS DO CÓLERA”, DE GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ (2013, 40ª ed. Editora Record). AQUI VÃO ALGUMAS DAS FRASES MARCANTES:

“Cada qual é dono de sua própria morte, e a única coisa que podemos fazer, chegada a hora, é ajudá-lo a morrer sem medo nem dor”. (p.18)

“Mas se alguma coisa haviam aprendido juntos era que a sabedoria nos chega quando já não serve para nada”. (p.39)

“Quem não tem memória faz uma de papel” (p.57)

“Lembrou a ele que os fracos não entram jamais no reino do amor, que é um reino impiedoso e mesquinho, e que as mulheres só se entregam aos homens de ânimo resoluto, porque lhes infundem a segurança pela qual anseiam para enfrentar a vida”. (p.86)

“… mas nunca imaginara que a curiosidade fosse outra das tantas ciladas do amor” (p.88)

“Uma noite voltou do passeio diário aturdida pela revelação de que não só se podia ser feliz sem amor como também contra o amor”. (p.114)

“… embora sempre nutrisse a esperança de encontrar algo que fosse como o amor, mas sem os problemas do amor”. (191)

“… mas se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão á luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos”. (p.207)

“- Rico não – disse – Sou um pobre com dinheiro, o que não é o mesmo”. (p.209).

” – Por obra e graça de um casamento de interesse com um homem que não ama – interrompeu Sara Noriega – é a maneira mais baixa de ser puta”.

“… e descobriu com uma grande emoção que os filhos não são queridos por serem filhos e sim pela amizade que surge quando os criamos” (p.259)

“O problema do casamento é que se acaba todas as noites depois de se fazer amor, e é preciso tornar a reconstruí-lo todas as manhãs antes do café”. (p.261)

“O problema da vida pública é aprender a dominar o terror, o problema da vida conjugal é aprender a dominar o tédio”. (.264)

“O gato não o reconheceu. Assustado com a sanha do esquecimento, disse: “Não se lembra mais de mim”. Mas ela lhe respondeu de costas, enquanto servia os conhaques, que se isso o preocupava podia dormir tranquilo, porque ps gatos não se lembram de ninguém”. (p.321)

“Tal qual como tinha feito e pensado, tudo que tinha feito e pensado na vida, chegava ao cume sem qualquer causa que não fosse a determinação de estar vivo e em bom estado de saúde no momento de assumir seu destino à sombra de Fermina Daza”. (p.335)

“- No fim das contas, as cartas são de quem as escreve. Não é certo?” (p.381)

“Ele resgatou uma luzinha de esperança entre os escombros do desastre, pois achou que a desgraça de Fermina Daza a engrandecia, a raiva a embelezava, o rancor contra o mundo lhe devolvera o caráter agreste dos vinte anos”. (p.399)

” – Faz um século me cagaram a vida com esse pobre homem porque éramos demasiado jovens, e agora querem repetir a dose porque somos demasiado velhos. Acendeu um cigarro na guimba de outro e acabou de se livrar do veneno que lhe roía as entranhas. – Que vão à merda – disse. – Se nós viúvas temos alguma vantagem, é que já não resta ninguém que nos dê ordens”. (p.401)

“Florentino Ariza tinha lido certa vez: “O amor se torna maior e mais nobre na calamidade”. (p.419)

“O comandante olhou Fermina Daza e viu em suas pestanas os primeiros lampejos de um orvalho de inverno. Depois olhou Florentino Ariza, seu domínio invencíel, seu amor impávido, e se assustou com a suspeita tardia de que é a vida, mais que a morte, a que não tem limites”. (p.431)

QUE EM 2014, A MINHA VIDA NÃO TENHA LIMITES PARA AS COISAS BOAS…

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